sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Provérbio hindu

Um livro é um ente que fala.
Fechado, um amigo que espera.
Esquecido, uma alma que perdoa.
destruído, um coração que chora.

domingo, 12 de junho de 2011

segunda-feira, 13 de julho de 2009

JESUS
Divino Senhor - fez-se humilde servo da Humanidade.
Pastor Supremo - nasceu na manjedoura singela.
Ungido da Providência - preferiu chegar ao planeta, no espesso
manto da noite, para que o mundo não lhe visse a corte celestial.
Orientador nas Esferas Resplandecentes - rejubilou-se na casinha
rústica de Nazaré.
Construtor do Orbe Terrestre - manejou serrotes anônimos de uma
carpintaria desconhecida.
Sábio dos Sábios - valeu-se de pescadores pobres e simples para transmitir
aos homens a divina mensagem.
Mestre dos Mestres - utilizou-se da cátedra da natureza, entre árvores
acolhedoras e barcos rudes, disseminado as primeiras lições do Evangelho
Renovador.
Emissário do Pai - manteve-se fiel a Deus até o fim.
Recordando o Mestre Divino, convertamo-nos ao seu Evangelho de Amor,
para que sua luz nasça na manjedoura de nossos corações pobres e humildes!
E, edificados no seu exemplo, abracemos a cruz de nossos preciosos testemunhos,
marchando ao encontro do Senhor, no iluminado País da Ressurreição Eterna!
André Luiz ( Chico Xavier )- Antologia Mediúnica do Natal - FEB

quinta-feira, 9 de julho de 2009


Inês

Vitória

domingo, 7 de junho de 2009

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Notas Espirituais: concessões do Senhor

Enquanto o homem raciona a distribuição desse ou daquele recurso, Deus não altera as suas
leis de abundância. Anota na terra em torno de ti:
O sol magnificente nutrindo a vida em todas as direções...
O ar puro e sem medida...
A fonte que se dá sem reservas...
Tudo infinitamente doado a todos. Tudo liberalmente repartido.
Qual ocorre às concessões do Senhor na ordem material, acontece no
reino do espírito.

Emmanuel ( Chico Xavier )

quinta-feira, 19 de março de 2009

Poemas...


Os poemas são passáros que chegam.
Não se sabe de onde pousam no livro
que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um açalpão.
Eles não tem pouso nem porto; alimentam-se
um instante em cada par de mão e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias, no
maravilhado espanto de saberes que o
alimento deles já estava em ti...
beijos